sábado, 12 de junho de 2010

domingo, 6 de junho de 2010

"Eu só queria uma música..."


Eu até hoje não conheci ninguém que não gostasse de musica, acho que não existe ninguém assim. A pessoa pode não gostar de determinado estilo, mas geralmente gosta de pelo menos um. A música é uma das mais belas formas de arte, pode conhecer alguns lugares e suas culturas só ouvindo as músicas típicas. Existe uma variedade tão grande de ritmos que é quase impossível se identificar com apenas um. Eu sempre me declarei “eclética” e aberta as novas idéias. Claro que tem aquelas músicas que você passa longe, porque realmente existem músicas que nem bebendo.
Existem músicas pra cada momento, eu particularmente não dispenso um pagode com a galera, na muvuca vai até tecno-brega... Tem aquelas músicas que você ouve quando tá deprê (seja pra animar ou pra desenvolver mais a situação), aquelas que você ouve quando tá inspirada(o), quando tá amando, quando tá querendo lembrar de alguma coisa, ou tentando esquecer (aconselho “Meteora” ou “Live in Texas” do Linkin, no volume máximo).
Enfim, a música é muito importante (pelo menos pra mim), ela serve pra muita coisa, em vários momentos. Não importa o estilo que você curte, o bom mesmo é deixar a música tomar conta.©

Um dia...


Um dia todo mundo que estuda passa por isso, seja passando da creche pra escola, de uma escola pra outra, da escola pra curso superior... É realmente uma experiência cheia de surpresas e depende na maioria das vezes de nós se vai ser uma surpresa boa ou não. Dizem que é mais fácil para as crianças, talvez porque façam amizade mais fácil (pelo menos na minha época), já que em determinadas idades isso fica mais complicado como na adolescência (ô raça), um período em que muita coisa muda e aumenta o nível da complicação. Fazer amizade nessa fase não muito simples, não depende só de que brincadeira você gosta mais, qual sua cor predileta, que desenho que você mais assiste...Não, hoje em dia depende principalmente da(s) “tribo(s)” que você participa, que estilo você curte, de qual classe social você veio, e outras escolhas pessoais que influenciam no coletivo de alguma forma.
Realmente para as crianças é fácil chegar numa sala nova com uma “tia” pra tomar conta, fazer coisas básicas, brincar na maior parte do tempo, até a pré-escola, e depois a 4ª serie, realmente não muito que fazer, claro que em todo caso há exceção... Mas na adolescência a coisa muda muito mesmo, geralmente nos dois primeiros anos não tanto, mas quando você faz 15, 16 anos, tudo muda dentro de você também, daí começa a confusão Quando você vai pra escola nova depois de ter passado sua vida praticamente toda em um lugar é realmente difícil se estabelecer, você fica pensando nos seus antigos colegas de classe e até nos professores, fica comparando tudo fica tudo meio complicado, principalmente se você não se encaixar em nenhum grupo logo de cara, sempre tem aquelas pessoas que não vão com a tua cara pelo simples fato de “não terem mais o que fazer”. Claro que você pode chegar na escola nova e encontrar logo de cara um grupo que te aceite e que você goste, então se isso acontece fica bem mais tranqüilo lidar com a situação e suportar aquele grupo que “não tem mais o que fazer” porque isso não muda, sempre tem um desocupado que vai implicar contigo.
Talvez no curso superior isso seja mais fácil afinal vocês já tem pelo menos um gosto em comum, e dizem que as pessoas nesta fase já estão um pouco mais maduras em sua maior parte. É provável que haja alguns conflitos, afinal alguém pode ir com a idéia de que é todo mundo concorrente, e o mundo está realmente cheio de gente que “não tem o que fazer”, portanto continua dependendo de você se essa vai ser uma boa experiência ou não, mesmo que você não encontre o seu grupo, não custa nada fazer o possível pra se dar bem pelo menos com uma pessoa (toda sala tem aquela pessoa legal que se da bem com todo mundo), e você sempre pode se unir aos desocupados e atazanar a vida do próximo novato...
É, a vida nem sempre é fácil, mas também nem sempre precisa ser assim tão difícil. Depende muito da quantidade de esforço que você faz pra melhorar ou piorar a situação.©